Em meio às suas investigações
encontra-se cada vez mais distante da chusma para poder e, com o intuito de
apreender o que de verdadeiro se encontra em seus interiores, conhecê-los, ao
menos numa das partes, a fundo: as relações na virtualidade do ente. Todavia
depara-se com suas superficialidades intransigentes, inflexíveis e irrelevantes
que exercendo grande poder de atração vem-no persuadir de suas arguições
desviando-o da sua real busca. Aqui a realidade imanente infere-se aos vícios
que tanto aflige e que seduz a maioria.
As interações de conduta analisadas nos últimos meses referem-se a comportamentos desordenados e irregulares com sérias perturbações ingeridas por uma série de transtornos desencadeados pelo desejo de felicidade diretamente relacionado ao prazer e que se encontra aspergido e mesclado à ideia de materialidade como fonte principal. Da qual, quase todos, tanto professam religiosamente em adoração.
Veem, assim, em certas relações sua possível redenção e quando não até salvação para livrá-los de tamanho pavor que é deparar-se com a realidade em que vivem além, é claro, de sua ascensão, pois das relações que procuram estabelecer nada pensam senão em tirar proveito. Ademais os verdadeiros sentimentos são relegados ao segundo plano pela simples carência de garantias materiais, pois o entendem, assim, como garantia de continuidade da relação e do próprio sentimento em si. Não obstante, o afeto alheio e desconhecido (geralmente relacionados à atração física e seus apetites) passa a ser visto com bons olhos frente aquele outro, incólume, que na integridade se mantém em reserva (afeto destituído, parcialmente, de atração física).
Eis, aqui, caros leitores uma das possíveis direções a que poderíamos dirigir este pequeno artigo, mas que deixarei para oportunidades vindouras. O presente restringe-se a mera citação dos fatos observados no momento da interatividade afetiva do ser e suas vicissitudes. Entendidas na relação direta e estabelecidas entre a realidade abstrata e a virtual onde a Internet torna-se um canal de mão dupla na personificação do objeto de afeto presente nas vertigens dos sentidos de uma inconsciência inconstante do Eu.
As interações de conduta analisadas nos últimos meses referem-se a comportamentos desordenados e irregulares com sérias perturbações ingeridas por uma série de transtornos desencadeados pelo desejo de felicidade diretamente relacionado ao prazer e que se encontra aspergido e mesclado à ideia de materialidade como fonte principal. Da qual, quase todos, tanto professam religiosamente em adoração.
Veem, assim, em certas relações sua possível redenção e quando não até salvação para livrá-los de tamanho pavor que é deparar-se com a realidade em que vivem além, é claro, de sua ascensão, pois das relações que procuram estabelecer nada pensam senão em tirar proveito. Ademais os verdadeiros sentimentos são relegados ao segundo plano pela simples carência de garantias materiais, pois o entendem, assim, como garantia de continuidade da relação e do próprio sentimento em si. Não obstante, o afeto alheio e desconhecido (geralmente relacionados à atração física e seus apetites) passa a ser visto com bons olhos frente aquele outro, incólume, que na integridade se mantém em reserva (afeto destituído, parcialmente, de atração física).
Eis, aqui, caros leitores uma das possíveis direções a que poderíamos dirigir este pequeno artigo, mas que deixarei para oportunidades vindouras. O presente restringe-se a mera citação dos fatos observados no momento da interatividade afetiva do ser e suas vicissitudes. Entendidas na relação direta e estabelecidas entre a realidade abstrata e a virtual onde a Internet torna-se um canal de mão dupla na personificação do objeto de afeto presente nas vertigens dos sentidos de uma inconsciência inconstante do Eu.
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(Ronan Donato)