Indubitável és tu, ciência tão amada
Que surge inevitável da natureza esplendorosa
Do movimento, do tempo és tu tão vigorosa
Da minha paixão, és tu razão incontrolada
Aplicando eternamente, sempre tudo a envolver
Ser-te-ei sempre fiel ferramenta generosa
Pois a ti devo sublime galardão
De ser em tudo pujante e majestosa
Dominar-te-ei oh! Matemática propalada
Nestas alvas páginas límpidas e vistosas
Para que possa só em ti me vislumbrar
E peremptoriamente rechaçar a tão sonhada
Aquela que poucos podem decifrar
Matemática, a ciência eterna e gloriosa!
(Ronan Donato)
Terça-feira, 30 de agosto de 2011
Terça-feira, 30 de agosto de 2011
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