domingo, 23 de dezembro de 2012

Como não


Como não amar Alma tão sublime?!
Dizer que não te quero se assim o quero
Assim é o dito que parece não ser dito
A verdade irreconhecível em mim
Mora nas entrelinhas destes versos
Não te assustes anjo lindo porque assim te quero
E de tanto querer-te me desespero

Eis o desespero de tanto ardor
Tudo para não falar de meu Amor
Que deveras me escuta e escutou
E hoje andas a espalhar meu medo
Vê-la partir sem conceder-me um desejo
Um dia eterno em volto nos teus braços
Como senti outrora, nos tempos de criança...

                                                                            
                                                                                                      (Ronan Donato)

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